Meta financeira: para que serve
A maior parte dos planos de poupança falha porque a meta é uma intenção vaga em vez de um valor mensal. Informe quanto quer juntar, em quantos meses e quanto já tem, e a calculadora devolve exatamente quanto guardar por mês, incluindo o que o rendimento da aplicação contribui. Serve para a entrada de um imóvel, um carro, uma viagem ou a reserva de emergência.
Meta financeira: como usar
- Digite a meta e quanto você já tem guardado.
- Informe quantos meses faltam até precisar do dinheiro.
- Acrescente o rendimento anual da sua aplicação, se houver.
- Veja se o valor mensal cabe no orçamento; se não couber, estenda o prazo ou reduza a meta.
Perguntas frequentes
Vale a pena considerar o rendimento numa meta curta?
Pouco. Em 12 meses, o rendimento cobre uma fração pequena da meta. A partir de três anos ele começa a fazer diferença de verdade.
E se o valor mensal for inviável?
Você tem três alavancas: esticar o prazo, reduzir a meta ou aumentar a renda. Esticar o prazo costuma ser o caminho menos doloroso e o de maior efeito.
Onde deixo o dinheiro de uma meta próxima?
Dinheiro que você vai usar em poucos anos costuma ficar melhor em renda fixa com liquidez, como o Tesouro Selic ou um CDB de liquidez diária, do que na bolsa, porque uma queda pouco antes da data não dá tempo de se recuperar.
A conta considera a inflação?
Não. Se a meta está a vários anos e foi calculada com preços de hoje, aumente-a alguns pontos por ano para compensar.